Começou na metade de 2016, em uma conversa empolgada sobre o festival minha amiga disse "Vamos?" e eu afrmei que iríamos. Depois de um "toca aqui!", de repente era março de 2017 e estávamos em um avião rumo à São Paulo.
Tudo passou muito rápido, o desespero para pagar o ingresso, a compra das passagens de ultima hora da minha amiga, as pessoas que chamamos para ir mas que acabaram não indo, o line up e minha emoção ao saber que eu iria ver The Weeknd. Planejei cada dia, e tudo deu mais que certo!
Chegamos em São Paulo sem a mínima ideia de que iriamos pegar ônibus e metrô logo de cara, achávamos que um uber seria o sulficiente para chegar no hostel. Em Guarulhos, até Vila Madalena, ficaria no mínimo uns 70 golpes. Sabe quanto pagamos ao final? R$ 9,00. Tudo graças ao dono do hostel, que salvou nossas vidas ao explicar como pegariamos o ônibus até o metrô, claro que chegando no metrô foi tudo mais complicado, então encontramos um japonês gente boa que nos explicou passo a passo e ainda nos acalmou com suas dicas turísticas em um papo super divertido. Só sei que ao fim de quatro dias pegando metrô, ônibus e trem, até brincavámos que éramos verdadeiras paulistas.
O FESTIVAL
Os palcos são relativamente pertos, no primeiro dia fui em três e vi vários shows, a energia é algo inexplicável, só indo pra sentir. Mas o cansaço, aaahhhh!
No último show eu já não sabia mais como estava conseguindo ficar em pé, ficar de um palco para o outro é muito mais cansativo do que ficar o dia todo em um, como foi meu domingo.
Domingo era dia dele, Abel, famigerado The Weeknd. Fui correndo para a grade do palco Onix assim que cheguei, meio dia, calor exorbitante, pouca água, mas tudo valia a pena. Vi show de três bandas que não conhecia mas adorei. Quando começou a escurecer, eu e minhas amigas de grade (conheci meninas maravilhosas durante o tempo na grade, loucas pelo Abel, como eu), começamos a ficar extremamentes ansiosas para o show. Atrasou alguns minutos, mas de repente lá estava ele. Foi tudo maravilhoso, não tenho nem palavras para descrever a sensação de ir no show de alguém que você gosta muito, só digo que: se algum dia você tiver a mínima possibilidade para viver essa experiência, a agarre e lute por ela.
A VOLTA
Depois da loucura que foi o festival, na segunda demos uma volta pela Paulista e Augusta, lugares lindos, botecos de novela, tudo encantador. O cansaço foi algo incontrolável, que nos atrapalhou muito, logo voltamos para o hostel, pois depois teríamos que pegar metrô, ônibus tudo novamente a caminho de Guarulhos. Muito céu e estrada pela frente, morar no interior é isso.
São Paulo eu te amei, e quero voltar logo, logo. Quem sabe Lollapalooza 2018, Vamos?
Vamos!



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