quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Consumo consciente.


Desde que comecei a ganhar meu próprio dinheiro e ajudar nas contas de casa, meu olhar para a vida financeira se abriu. Antes eu nem pensava nisso, consumia de tudo, e gastava todo o dinheiro que meus pais me davam, era pouco mas mesmo assim não sobrava um centavo, comprava de tudo que não precisava, coisas fúteis, mas era a idade.
Agora sei que nem tudo são flores, está cada vez mais difícil pra mim adquirir as coisas que eu realmente quero, em geral são coisas como câmera fotográfica, máquina de costura, um fusca, etc. São coisas que eu preciso trabalhar e juntar meu dinheiro. Em 2016 diversas vezes eu me controlei e gastei apenas com o que realmente me interessava, e venho compartilhar com vocês o quanto é incrível a sensação de adquirir algo importante para nós com nosso próprio dinheiro. Sem contar que começar a ajudar os pais é nosso dever, eles cuidaram de nós e passaram por tantas dificuldades, essa pequena retribuição é o mínimo.
Consumir conscientemente que eu digo, é pensar "eu realmente preciso disso?" antes de comprar algo. É não se deixar levar pela onda da moda e comprar algo que só porque está em alta, o preço também está nas alturas. Eu compro muita coisa em brechó, online ou não. Roupas e calçados, somente o necessário, não digo que você precisa ficar por fora da moda ou deixar de comprar o que gosta (porém não é necessário), só que há meios de comprar que não interfiram naquele teu sonho de comprar um instrumento musical, por exemplo. Consciência antes de tudo! Pensar bem, planejar e aguardar são fundamentais! <3

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Como foi 2016?

Diga "Olá" para minha primeira reflexão de final de ano!

2016 foi um ano que muitas coisas foram resolvidas, no meu caso, pelo menos metade das metas envolvendo a vida financeira foram alcançadas. Isso foi o lado bom. Também foi o ano em que aprendi a assumir coisas para mim mesma, problemas que só poderiam ser resolvidos depois que eu os aceitasse, claro, nem a metade deles foram resolvidos mas a iniciativa foi tomada. 
Foi um ano em que ganhei muitas coisas, e desenvolvi mais meu lado social, e pretendo continuar desenvolvendo. Mas também perdi coisas muito valiosas, um pedaço de mim foi tirado no meio do ano, com uma perda lastimável que me faz aprender a tentar lidar com a saudade.
Este ano houve uma grande revolução no mundo online? Com certeza você percebeu. Foram coisas e coias sendo desconstruídas na internet, de forma a se tornar uma enorme onda de informação. Essas informações caíram em cima de mim e ainda estou lidando com uma por uma.
Dessa onda de desconstruções eu aprendi diversas coisas, discordei e concordei com variáveis assuntos, e outros me ajudaram a lidar comigo mesma.
Trabalhei muito minha auto estima graças a toda essa manifestação de representatividade que teve em 2016, e eu realmente espero que assim continue!
Muitas coisas eu desenvolvi esse ano, descobri que agora é que estou desenvolvendo mais a minha personalidade, criando minhas opiniões e as seguindo, lutando pelo que eu acredito.
Não quero criar expectativas mas para 2017 eu só queria que continuasse esse desenvolvimento, quero lidar cada vez melhor com isso, e entender mais o que eu quero da vida.
Desejo viagens, conversas, desenvolvimento, bons estudos, boas festas, amores, encantos, saúde e bons filmes.


sábado, 5 de novembro de 2016

Amores da vida, pelo o que continuar (Lista)

AMO fazer listas, segue a baixo as coisas que me fazem amar a vida e sentir gratidão por tê-las. Claro que esquecerei de muita coisa pois há mais maravilhas no mundo do que tristezas! Não está na ordem, porque não tem uma ordem, só amor.


  • minha mãe
  • meus gatos
  • a Pink, minha cachorrinha
  • bons filmes
  • séries viciantes
  • batata frita
  • pôr do sol
  • amanhecer do dia, com aquele cheirinho de café no ar
  • viajar
  • deitar na grama e olhar o céu
  • dançar de um jeito esquisito, sentindo a música, sem se importar com nada
  • ouvir músicas e imaginar coisas (im)possíveis
  • comprar roupas, se olhar no espelho e se sentir o ser mais belo do planeta
  • escutar a chuva caindo
  • rir descontroladamente com os amigos
  • dar presentes
  • ganhar presentes
  • comer algo bem gostoso quando se está com aquela fome
  • sentir o vento na nuca
  • gato amassando pãozinho
  • tirar uma boa nota na prova
  • mudar o visual
  • ouvir uma música pela primeira vez e amá-la incondicionalmente 
  • sair a noite e se divertir com os amigos
  • passar por uma pessoa cheirosa
  • usar meias engraçadas
  • abraços sinceros
  • cafuné no cabelo
  • desenhar algo e achar que ficou lindo
  • ter minha própria teoria sobre a nossa existência 
  • suco de laranja, chá, achocolatado e vitamina de abacate
  • pintar
  • fazer algo novo
  • dormir
  • fazer listas
  • escrever histórias
  • andar de bicicleta e na decida sentir aquele vento maravilhoso
  • abraçar arvores 
  • plantas
  • tomar banho, ir a piscina, rio, lago...
  • observar peixes
  • sorrir pra alguém e ela sorrir de volta
  • comer chocolate
  • passear de automóvel ouvindo música e observando a cidade
  • a arte
  • o abraço de uma criança
  • bolo de aniversário, docinhos de festa, balões...
Mais um milhão de coisas. Gratidão!


sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Desculpe, eu não sou boa em manter contato.

Eu me lembro de você, de momentos bons que vivemos, e de momentos ruins que superamos. Eu sumi um pouco, mas não significa que minhas lembranças se apagaram. A vida faz isso, nos toma uns dos outros, nos leva pra longe, muda os rumos, perdemos o contato. Sempre acaba assim.
Eu vejo fotos e me pergunto se você ainda sonha com algumas coisas que me contava, se ainda deseja viajar para os mesmos lugares, se sua cor preferida ainda é aquela. Sei que mudamos, mas algo em nós ainda continua igual. Lembro de você quando escuto determinada música, vejo um filme antigo, sinto algum cheiro, ou mesmo do nada, eu me lembro.
Não sou boa em manter contato, e me perdoe com isso.
Eu me lembro, eu sinto saudade. As coisas mudaram e eu queria que conversássemos como antes, mas sei que não irá acontecer. Não sei como vai ficar. Um simples "Oi, tudo bem?" ao se encontrar pelas ruas da cidade, talvez.
Te mando um abraço. Queria dizer que estou aqui, mas acho que você não precisa mais. A vida mudou os rumos, pessoas novas surgiram.
Não sei manter contato. Não será pra sempre, desculpa. Te desejo felicidade em uma longa vida.
Com carinho, 
Lembrança do Ensino Médio. Dedico esse texto à todos meus amigos desta época.

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Ansiedade

O dia está quase amanhecendo e eu ainda não dormi. Normal.

Crises de ansiedade é não conseguir fazer absolutamente nada e se sentir péssimo por algo que você não tem lá muito controle. É uma agonia estúpida que invade o peito, tira o ar, te sufoca e te deixa estabilizado, sem saber o que fazer a seguir, e se sabe o que precisa fazer você simplesmente não consegue. É algo que suga todas as suas forças.
Segue em anexo O Conto. 

Me sinto como que em um cubo, presa, o ar vai diminuindo conforme o tempo vai passando, o cubo vai se comprimindo. O cubo gira longe de tudo, estou afastada do mundo, consigo ouvir ruídos sem entender, devo estar em baixo d'água, mas não, estou em minha cama. Os pensamentos me afligem, dizem o que preciso fazer. O corpo continua estabilizado. Os olhos inchados, o peito em chama, o ar ainda falta.
Penso sobre tudo no mesmo instante, o fato de não conseguir fazer tudo o que quero me agride. Não é um simples anseio, é como se o tudo estivesse se afastando e minhas mãos dançassem no ar enquanto ocorria. É desespero abafado, não dito, calado.
Um peso dentro de mim, me segura, me embala, suga minhas forças. Estou agachada, em minhas costas a ansiedade se apoia. O cair, ou não cair é esse agora. Os sentimentos que me fazem suportar. A tensão não é nem mais sentida, tudo é afastado, bloqueado, só sinto o cubo. 
O ar voltou, passou um pouco o desespero e agonia. Passou a madrugada em claro. Vem um sono forte, são 06:00h provavelmente

domingo, 30 de outubro de 2016

Eu não sou agressiva, sou irritada.


Por fora transmito paz e serenidade, mas tenho meus momentos. Sou naturalmente irritada, a diferença é que na maioria das vezes eu consigo esconder isso e guardar apenas para mim. Me irrito com tudo, barulhos contínuos, palavras mal ditas, olhares, algumas risadas, pessoas que falam alto demais, piadas sem graça, e as vezes algumas respirações (sério, chega a esse ponto). O único controle que tenho sobre isso é apenas não demonstrar, se eu chegar a reclamar é por que está extrapolando meu limite.
O que nos faz ser naturalmente irritados? Estresses do dia a dia? Ansiedade? Angústia de guardar tudo que sente para si?
Pra mim é um conjunto de todas essas coisas e um pouco mais.
Eu odeio meu ódio, procuro eliminar isso pouco a pouco, e fico na expectativa de um dia conseguir. As coisas que busco fazer para conter essa irritação são básicas e por enquanto estão funcionando, se você também é uma pessoa assim, tente comigo:
1- Distração
Quando estou irritada, busco formas de me distrair, não pensar nem falar sobre nada que possa me deixar mais nervosa, como política, religião, trabalhos, escolhas pessoais etc. Me distraio vendo um filme, se tiver que conversar que seja sobre coisas mais rasas para deixar meus sentimentos adormecidos um pouco. Falo sobre cantoras pop, memes da internet, roupas que quero comprar etc.
2- O silêncio
Já dizia minha vó que o silêncio é uma virtude. E realmente, quando estou nervosa fico quieta na minha, busco conversar somente quando necessário e nada de assuntos que toquem de alguma forma na minha irritação.
3- Se sentir que precisa desabafar, desabafe!
Se sua irritação tem uma causa (diferente da minha que geralmente apenas... Surge. Sem causa específica, como disse, ligada à ansiedade.), converse com alguém que você tenha confiança e coloque tudo que te afeta para fora. Ouça um bom conselho e explore seus sentimentos junto à alguém que os entenda e te dê suporte.

Muitas pessoas não entendem o que é isso, apenas julgam quem é assim de "mal humorado(a)", "negativo(a)", e coisas do tipo. É como a depressão, e muitas das vezes está ligado à ela. Como se fosse um peso em nossas costas que não conseguimos tirar. Para quem não sente isso, ou não entende, mas conhece alguém que sofre com isso, o melhor que tens a fazer é não dar sua opinião à respeito do que você não vivencia, não sente. "Para com esse mal humor, você está chata" e virar as costas só piora as coisas! Quem ama apoia. Seja um amigo, familiares, ou parceiro(a), busque a reciprocidade e será melhor para ambas as partes!
Vamos sempre nos colocar no lugar do próximo.
No meu caso, tento me colocar no lugar de quem tem que conviver comigo nos momentos ruins, como em crises de ansiedade, depressão, irritação etc. Claro que não é sempre, mas quando ocorre eu mal consigo me levantar da cama. Me coloco no lugar de quem está ao meu lado nas piores horas e sei que do mesmo jeito que não é fácil pra mim, também não é pra ela. Sempre devemos nos colocar no lugar uns dos outros, assim saberemos bem como agir da melhor forma nos melhores e piores momentos.